23 de Setembro de 2013 | Atualizado em 24 de Maio de 2022
Por Assessoria de Comunicação SESAPI - secsaudepi@gmail.com

Piauí já realizou 185 transplantes de córneas e rins em 2013

XIII Campanha Estadual de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes

Piauí já realizou 185 transplantes de córneas e rins em 2013 A programação segue até o dia 27 de setembro

A Secretaria de Saúde do Piauí, através da Central de Transplantes do Estado, está realizando durante toda a semana atividades em comemoração XIII Campanha Estadual de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes. O tema deste ano é: Doação de Órgãos- Uma Torcida pela Vida. A programação segue até o dia 27 de setembro com visitas a várias unidades de saúde da capital.

Amanhã, às 19h, no auditório do Hospital Getúlio Vargas (HGV) será realizada a palestra “Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes: O papel da OPO no Processo de Doação de Órgãos e Tecidos.

Segundo Maria de Lourdes Veras, gerente estadual de Transplantes, de janeiro até o dia 20 de setembro deste ano foram realizados 159 transplantes de córneas e 26 transplantes de rins. “Em 2013 aumentamos a captação de múltiplos órgãos e tecidos, com 12 retiradas de múltiplos órgãos e 105 retiradas de tecido corneano”, comemora a gerente.

Para ser doador é preciso:

• Ter identificação e registro hospitalar;
• Ter a causa do coma estabelecida e conhecida;
• Não apresentar hipotermia (temperatura do corpo inferior a 35ºC), hipotensão arterial ou estar sob efeitos de drogas depressoras do Sistema Nervoso Central;
• Passar por dois exames neurológicos que avaliem o estado do tronco cerebral. Esses exames devem ser realizados por dois médicos não participantes das equipes de captação e de transplante;
• Submeter o paciente a exame complementar que demonstre morte encefálica, caracterizada pela ausência de fluxo sangüíneo em quantidade necessária no cérebro, além de inatividade elétrica e metabólica cerebral;
• Estar comprovada a morte encefálica. Situação bem diferente do coma, quando as células do cérebro estão vivas, respirando e se alimentando, mesmo que com dificuldade ou um pouco debilitadas.

Observação: Após diagnosticada a morte encefálica, o médico do paciente, da Unidade de Terapia Intensiva ou da equipe de captação de órgãos deve informar de forma clara e objetiva que a pessoa está morta e que, nesta situação, os órgãos podem ser doados para transplante.

Confira a programação completa